Iridologia

 

   Assim como os olhos são as janelas da alma, a íris é o espelho do corpo, pois nela se refletem os desequilíbrios do organismo.

   A observação das doenças através dos olhos é tão antiga quanto a própria humanidade. Tanto na China como no Tibet as mudanças e sinais nos olhos já eram relacionados com anomalias ou alterações internas do organismo. Existem também referências sobre o assunto em trabalhos deixados por Hipócrates e em registros da Escola de Salerno, centro de estudos de medicina que já existia no século IX e que prosperou durante toda a Idade Média. Hoje o diagnóstico pela íris está difundido em todo o mundo, com maior desenvolvimento na Europa e nos Estados Unidos. Acessível, objetivo e direto.

   Os olhos não mentem jamais

   Irisdiagnóstico é o método que permite diagnosticar doenças, disfunções e alterações orgânicas pela simples observação da íris - parte colorida que é circundada pelo "branco dos olhos". Esse método permite a observação direta da íris sem recursos técnicos especiais, se bem que uma lente de aumento ajustada a um foco luminoso produz melhores resultados. Existem também lupas iluminadas que facilitam o exame, além dos iridoscópios, que ampliam o campo observado e podem ser acoplados a câmaras fotográficas. Mas é possível realizar o diagnóstico pela íris munido apenas de uma lupa potente e uma pequena lanterna. As lupas com foco luminoso utilizadas em filatelia são muito apropriadas para um diagnóstico razoável. É muito importante deixar claro que irisdiagnóstico não é o estudo das doenças da íris ou dos olhos, mas sim de qualquer parte do corpo através da observação da íris.

   Os órgãos do corpo através da íris

   Além de suas importantes funções visuais, a íris é responsável pela representação, em sua topografia, de todas as partes do organismo. Assim, qualquer alteração fisiológica determina modificações na íris correspondentes à região do órgão ou parte alterada. A Iridologia entende que as modificações na íris surgem devido à comunicação direta do sistema nervoso central com esse órgão através do gânglio ciliar e da cadeia simpática. Qualquer alteração orgânica projeta, via sistema nervoso, uma modificação no padrão normal da textura e da cor da íris.

   Como os órgãos se representam na íris

   A íris representa todas as partes do organismo em sua topografia. Isso é possível graças ao Sistema Nervoso Autônomo, composto de duas cadeias nervosas - o simpático e o parassimpático - que inervam todas as partes do organismo e levam impulsos sobre a situação de cada região até o cérebro (Sistema Nervoso Central) e até a íris, onde essas impressões ficam registradas.

    Como a íris reflete as doenças

   Os sinais da íris são dinâmicos, mudando de cor e de aspecto conforme os processos de agravamento das doenças ou de recuperação do organismo.

   Uma íris normal se caracteriza pela ausência de sinais, orifícios e sombras. Os sinais de degeneração verificadas no exame iridológico variam de coloração entre o branco e o negro, passando pelo cinza-claro e pelo cinza-escuro. Sinais de cor branca indicam um estágio inflamatório agudo de intensidade variada ou um acúmulo de material ácido. Marcas negras indicam um estágio crônico, degenerado e destrutivo, próprio das condições em que a doença determina perda ou degeneração dos tecidos, como no caso de câncer e outros tipos de tumores. Marcas de cirurgias e outras mutilações também podem surgir em forma de manchas escuras, mas sem grande profundidade, e geralmente com os bordos bem delimitados.

Para atendimentos, visite o Espaço Holograma, que fica na Avenida 28 de Setembro, 26 - Vila Izabel - RJ

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